Direito ao recurso da perícia
A conclusão do perito do INSS pode ser contestada por recurso administrativo ou por ação judicial, com apresentação de laudos médicos que demonstrem a incapacidade real para o trabalho.
Você está doente, sem conseguir trabalhar, e ainda assim precisa provar isso para um sistema que, muitas vezes, decide errado. Isso é injusto — e tem solução.
Quase 200 mil benefícios por incapacidade foram negados pelo INSS só em março de 2025.
Fonte: Boletim Estatístico da Previdência Social
O benefício por incapacidade temporária é um dos mais contestados na Justiça. Veja as situações mais comuns de erro do INSS:
É quando o INSS cessa o auxílio-doença por incapacidade temporária com o argumento de que você está apto para trabalhar — mas, na prática, você ainda está doente ou em recuperação. Seu empregador, que sabe da sua situação real, se recusa a te reintegrar. Você fica preso no meio: sem o benefício do INSS e sem o salário do empregador.
É uma situação ilegal. A lei trabalhista e previdenciária prevê responsabilidade de ambos os lados por esse período em que você fica sem renda.
A Lei 8.213/91 (Lei de Benefícios da Previdência Social) estabelece direitos claros para quem está incapaz de trabalhar por doença ou acidente.
A conclusão do perito do INSS pode ser contestada por recurso administrativo ou por ação judicial, com apresentação de laudos médicos que demonstrem a incapacidade real para o trabalho.
Pela lei, o auxílio-doença deve ser mantido enquanto durar a incapacidade laboral — não pode ser cessado por decurso de prazo se você ainda não está recuperado para o trabalho.
Se o INSS cessou ou negou o benefício indevidamente, os valores do período sem recebimento podem ser recuperados em processo judicial, com correção monetária e juros.
Acidente de trabalho e doenças ocupacionais reconhecidas não exigem carência mínima para concessão do auxílio-doença — a proteção é imediata a partir da filiação ao INSS.
Quando há divergência entre o laudo do perito do INSS e o do médico assistente, a Justiça pode determinar uma perícia independente, realizada por profissional nomeado pelo juízo.
Em casos urgentes, é possível pedir uma liminar judicial para que o INSS reative o benefício enquanto o processo principal tramita — impedindo que você fique sem renda por meses.
Sem promessas e sem enrolação. Veja como é o caminho de quem decide entender seus direitos antes de desistir.
Você entra em contato e descreve o que aconteceu — quando o benefício foi negado ou cortado, sua condição atual e os documentos que tem em mãos. A análise é feita com base no histórico previdenciário e nos laudos disponíveis.
Dependendo do caso, pode ser recurso administrativo ao INSS, ação judicial comum ou pedido de liminar urgente. Você entende exatamente o que vai acontecer antes de qualquer decisão — sem jargões, sem surpresas.
Cada etapa do processo é comunicada de forma clara. Você não fica no escuro esperando saber o que aconteceu — recebe informação em cada fase relevante, sem precisar correr atrás.
Dúvidas comuns sobre auxílio-doença negado, cessado ou com perícia divergente.
O INSS nega e cessa benefícios com frequência — e muitas vezes está errado. Entender o que aconteceu com o seu caso é o passo que pode mudar tudo.